mademoiselles e messieurs
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
2010: o ano que decidi que vou ficar RICA.
Olhei mais uma vez no calendário e tornei a contar os dias que faltam para o término do ano: 24 dias e meio, já que ainda estamos na metade do dia 07 de dezembro. Não estou ansiosa pelas festividades do final do ano, eu só quero mesmo que ele termine, tenho a certeza que se não foi o pior ano da minha vida, 2010, com certeza estará para sempre no rol dos piores anos por mim vividos. Diferente, de quase todo mundo, eu começo a fazer meu balanço ainda no meio do ano, vejo as áreas que me sai bem, onde foi que errei, que ganhos tive e quais foram as perdas significativas. Cheguei a seguinte conclusão, emocionalmente, tive um ano horrível, cruel mesmo, vivi momentos terríveis e só não me desestruturei por completo, porque faço parte e aqui falo sem falsa modéstia, da categoria de gente que não se quebra nunca, apanho de todos os lados, mas sempre acredito que as coisas podem mudar pra melhor, faço parte daquela turma que segue otimista mesmo diante das piores adversidades, as coisas vão melhorar, é meu credo, e como diz a música, O tempo não pára, do Cazuza: "vou sobrevivendo sem nenhum arranhão", mas diferente da letra dele, eu não aceito a caridade de quem me detesta, também, não pense você, que faço a "louca da Pollyana" e faço o jogo do contente, pois, eu não faço mesmo,eu tenho carteirinha do clube "Eu sou mais eu", sou o tipo de pessoa que você ama ou detesta, não finjo, não faço pose, sou eu mesma em todas as situações, delicada, educada mas não tente me enganar, não trapaceie, que eu viro fera e não te perdoo jamais. Retornando ao tal balanço pessoal, contabilizada as perdas afetivas, algumas doloridas porém necessárias e das quais não me arrependo , pois, a gente aprende muito mais no sofrimento e na dor, do que com amor, não devia ser assim mas é, passei a analisar o que fiz certo este ano e fiquei feliz em saber que apesar dos pesares, meu lado material , ou seja, o financeiro, progrediu bastante, se você imaginar qua há bem pouco tempo era a treva total. É bem verdade, que eu ainda não fiquei rica mas com certeza dei um salto significativo rumo a esse objetivo, as minhas finanças estão doentinhas, mas já saíram da uti e o prognóstico é muito bom. Aqui, é preciso que eu diga que antes mesmo de fazer esse diagnóstico da minha vida financeira, eu já tinha colocado na cachola que 2011, seria o ínicio do meu enriquecimento material , foi logo depois de fazer umas asneiras e levar outras rasteiras, que decidi o seguinte: Quero ser rica e me dou cinco anos para alcançar esse objetivo. Desde então, meu mantra é este: Eu vou ficar rica. Parece idiotice mas não é não, quem me conhece , sabe os grandes problemas que tive por conta dessa minha incapacidade de administrar meu dindin , eu cansei de ver meu dinheiro escorrendo das mãos, de não saber dizer "não" para as propostas mais bizarras que já me fizeram, era impossível negar. Eu tenho exemplos reais de pessoas tanto sovinas, quanto de gente perdulária, confesso que sempre me identifiquei com o segundo tipo, me pareciam pessoas mais felizes, afinal, não se negam nada, se permitem todos os luxos e prazeres, ledo engano, analisando melhor, percebi que os perdulários , vivem deprimidos, sofrem de insônia, temem o futuro, vivem fugindo dos cobradores e estão na lista de maus pagadores do SPC e SERASA. Já os "sovinas", geralmente são pessoas magras, práticas, possuem "nome limpo" e até onde eu sei dormem muito bem, apesar de serem madrugadores. Por que será que é tão díficil encontrar o meio termo? Ao menos para mim, isso sempre foi muito complicado, talvez, por ser muito extremada, do tipo oito ou oitenta, não sei ficar em cima do muro, ou sou perdulária e gasto horrores, ou sou mão de vaca e conto cada tostão. Triste, né? Chore não, esta é a minha vida.Todo esse blá blá blá é só pra declarar oficialmente (porque guardava isso só pra mim) que desde AGOSTO eu virei a maior sovina, eu economizo tudo, eu chateio todo mundo com minhas ideias de racionamento, eu perturbo minha gerente, meus pais, minha irmã, meus filhos, meu cachorro (tá comendo ração barata e agora toma banho em casa) e agora vocês, eu leio livros de auto ajuda sobre como ficar rica, leio o caderno de finanças dos jornais, ouço dicas de investimento, jogo na Mega, compro Totolec (uma loteria aqui de Fortal), ainda não apelei para o jogo do bicho mas não descarto a possibilidade. Porém, o que considero mais importante nisso tudo, nesse processo de auto conhecimento, sem sabotagem, cheio de perdas mas também de ganhos, foi a minha mudança de comportamento, como já falei, eu sempre tive uma relação esquisita com o vil metal, pra mim a sua importãncia se resumia em suprir meus gastos, pra comprar meu objeto de desejo do dia, não havia planejamento algum, eu recebia o dinheiro e gastava, simplesmente não o respeitava e aí, coisa linda, ele é implacável para com quem o desrespeita. Foi preciso que "lágrimas de sangue" escorressem pela minha face para que eu compreendesse isso, sei que estou apenas no ínicio do caminho mas eu chego lá, quando comentei minha decisão com os mais próximos, todos riram, apenas, minha mãe, que me conhece como ninguém me deu crédito e ficou preocupada, ela sabe que sou determinada ao extremo, ao mesmo tempo que isso é bom tem seu lado perigoso, porque eu não meço esforços pra chegar onde eu quero. Certa vez, decidi que ia fazer um concurso público e que seria aprovada, estudei 15 dias antes da prova, passei e hoje tenho a tão sonhada estabilidade. Esse ano mesmo, depois de levar um pé no derriére, decidi emagrecer, estava com 88 Kg e perdi 15 kg em menos de quatro meses.O que estou querendo provar com tudo isso? Que sou louca? Não, é isso não. Quero apenas dizer que chega uma hora na vida que a gente tem que parar de se esconder, de fingir que está tudo bem e encarar nossos defeitos, medos, as nossas vulnerabilidades e tentar mudar pra melhor, é sair da zona de conforto e correr atrás das nossas metas, sonhos, ambições, seja o que for. O que não dá é pra ser um mero coadjuvente na nossa própria história, afinal, o papel principal é nosso, chega de usar justificativas vazias para o nosso fracasso, a nossa frustração, precisamos identificar o que estamos fazendo errado, onde estamos nos sabotando e corrijir,depois não importa o quanto parece impossível alcançar aquele sonho, afinal, o primeiro passo rumo à ele já foi dado, de forma firme, sem hesitação, só não podemos esperar pelos outros, contemos acima de tudo com nós, mesmos, com a nossa força de vontade e determinação. Minha meta é ficar rica e eu vou, não tenho dúvidas quanto a isso, quer apostar quanto?( Deixa pra lá , não quero que você perca dinheiro). Mas sinta-se á vontade para acompanhar a minha jornada, aqui. E você? Qual é o seu sonho? O que você deseja? Tá esperando o quê? Você não ouviu o poeta? "O tempo não pára, não pára não, não pára. Eu vou mas volto, um tanto mais rica.
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Talyzie Yanne Passos
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12/07/2010 10:10:00 AM
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sábado, 4 de dezembro de 2010
Sabadão, filme, pipoca, brigadeiro, guaraná e Vanesa Redgrave.
Cartas para Julieta
O que fazer num sábado entediante? E se para piorar você ainda estiver de ressaca moral pelos filhos (os dois) que ficaram de recuperação no colégio? Sair de casa, nem pensar, se eles estão de castigo, eu também estou (???). Já estou a imaginar as próximas semanas ,serão do mais puro estresse e a pergunta que não quer calar: será que eu aguento? Como não posso bater (nos meninos) e nem pernas no shopping, tampouco sair por aí , sem rumo e sem documento, o jeito é procurar diversão em casa mesmo. Lembrei que tenho tv, dvd e que há tempos queria pegar uns filmes pra assistir, sozinha, no silêncio do meu quarto. Filme combina com pipoca e guaraná, aí me joguei nesta ideia. E só por hoje, não quero saber o quanto vou engordar comendo isso , nem quantas calorias tem, quero dar uma trégua pra mim, eu preciso, eu mereço (no meu placar é pipoca (1) x sentimento de culpa(0). Vamos ao que interessa, os filmes, comecei com Cartas para Julieta, uma comédia romântica (não, eu não sou romântica mas gosto de comédias) , que há tempos ouvi falar muito mal , e como sou uma pessoa cricri, quis tirar minhas próprias conclusões. Pois bem, quem viu o filme e gostou, respeito a opinião, mas vou falar a minha assim mesmo, terminado o filme a sensação que fiquei foi de que podia ter passado a minha existência toda sem vê-lo, não deixou saudades, porque não é grande coisa, é uma comediazinha muito da fraquinha. Me espantei com a atuação do Gael Garcia Bernal, ele tentando ser engraçado ,é penoso e vexatório, o que é aquilo? Já a Amanda Seyfried que eu achava uma atriz linda e talentosa ,está muito, mais muito distante mesmo, da sua atuação no excelente Chloe, alguém viu?. Em Cartas para Julieta, a moça vive a protagonista Sophie, uma escritora apaixonada pelo noivo e muito romântica, mas Amanda consegue a proeza de ser ínsípida, inodora e incolor, que nem água, só que no caso dela conseguimos passar muito bem sem a sua atuaçãozinha, sei que a comparação foi meia boca, por favor , me entendam. Porém, eu tenho que ser justa e reconhecer que há duas coisas que o salvam da" ruindade total", são elas: a fotografia que é lindíssima e a maravilhosa e idolatrada (por moi), Vanessa Redgrave. Eu amo essa atriz desde que me entendo por gente, não, foi desde que descobri a televisão e o cinema inglês (os americanos morrem de inveja deles), apesar dela ser considerada uma grande atriz de teatro, eu ainda, vejam bem, eu disse ainda, não a vi no teatro. Quem sabe quando for a Londres eu assista Vanessa nos palcos (metida eu??? não, eu apenas sonho, muito). Vanessa é uma atriz britânica, filha de atores, ganhadora de um Oscar, dois Globos de Ouro e um Bafta, que consegue no auge dos seus 73 anos, com uma interpretação pra lá de emocionante, salvar esse filmeco e aplacar a minha impaciência para com filme ruim .No filme, ela vive Claire, uma viúva, que depois de 50 anos volta á cidade de Verona, na esperança de reencontrar o seu amor juvenil (detalhe fofo: o ator que faz o par romântico com Vanessa é o seu marido Franco Nero), e como acontece em cada filme que participa e nesse não seria diferente, ela consegue ser o foco, rouba a cena e brilha magnificamente, apenas com um simples olhar exprime emoções, transmitindo esperança ou desalento, as palavras não se fazem necessárias só o olhar, de quem ama aquilo que faz e o faz muitíssimo bem. Espero que a jovem Amanda possa ter aprendido com essa grande dama. Se não fosse por Vanessa, teria desligado tv e dvd , antes do término do filme, e ao invés de está falando desa mulher marivilhosa pra vocês, eu estaria cantando sem acompanhamento: Meu mundo caiu....(da Maysa). Sim, eu sou trágica, eu sou carente, eu sou do norte, me abraça forte. E os meus filhos estão de recuperação, já falei isso, então tã? Agora que já desabafei (desculpem), vou ali, assistir Rainha Vitória , antes, vou fazer brigadeiro e volto pra comentar esse filme, tá? (com certeza mais gordinha e feliz). Posso falar mais um pouquinho sobre a minha musa? Pra quem pensa que a vida dessa linda, é apenas glamour, não é não, Vanessa nos últimos anos tem vivenciado grandes perdas, primeiro, em 2009, a morte acidental da filha mais velha, a atriz Natasha Richardson, que era casada com o ator Liam Neeson, do ótimo , A Lista de Schindller, acho que todo mundo viu esse filme, né?. Já em 2010, ela perdeu dois irmãos, bem próximos. O que ela fez? Sobreviveu e continua a nos proporcionar momentos lindos, como estes que vi em Cartas pra Julieta. Há pessoas que preferem passar a vida se lamentando, ás vezes por coisas tão sem importância, e há outro tipo de gente ,que mesmo com perdas importantes na vida, consegue compreender que apesar de tudo, de tudo mesmo, vale a pena insistir, em viver. Como se tudo isso já não fosse suficiente para admirá-la, Vanessa Redgrave, me dá a impressão de que lida de forma natural e sem traumas ,com a velhice e isso eu também quero pra mim, quero saber envelhecer, assumir a cabeleira branca, as marcas feitas pelo tempo, sem paranóias, sem botox e sem plásticas, linda e serenamente. Ah, Vanessa, minha linda, eu te amo!!!. Abaixo segue algumas fotos dessa mulher maravilhosa,tão forte e tão delicada. Pra quem deseja ver outros trabalhos dela, eu super recomendo todos,embora, os meus preferidos sejam: Júlia (ganhou Oscar como atriz coadjuvante), Garota Interrompida e Desejo e Reparação. Também assisti na tv ,um filme com ela chamado Five, que é muito bom!.
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Talyzie Yanne Passos
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12/04/2010 04:17:00 PM
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Cotidiano em Fortal City
Quem gosta de fila de banco levanta a mão? Ninguém. Quem gosta de ir ao centro da cidade num dia de calor desértico? (silêncio total). E agora, quem gosta de enfrentar a fila do Bradesco no primeiro dia de pagamento dos servidores públicos, e sob a cabeça o sol escaldante da tarde de Fortal? (eu!). Fazer o quê? Eu sou assim mesmo, gosto de" me misturar" no meio do povo, gosto de ouvir histórias, de ver gente, gosto de falar.Mas nem sempre foi assim. Eu nasci tímida, muito tímida mas o Direito me escolheu e virei advogada , já viu né? Uma advogada tímida e que não se comunica é pedir pra morrer de fome, depois de conversar seriamente comigo, decidi para o meu próprio bem, mudar, não de profissão mas de postura e foi aí que descobri como é bom falar, conversar, dialogar, bater papo, papo cabeça ou papo bobo ( não importa), expor ideias, trocar ideias e assim não parei mais de falar. Então ,como estava dizendo, ontem foi um dia de peregrinação bancária (Bradesco, Caixa e Itaú), sai com minha filha, primeiro rumo ao Bradesco (antigamente Bec dos Peixinhos) e até que a fila não estava tão grande (acho que é porque o banco foi multado recentemente). Entramos na fila e eis que a Aymée nota que ao nosso lado tem um estrupiado ventilador de coluna fazendo a vez de central de ar condicionado. Na hora pensei: Será que a multa foi tão alta que o Bradesco resolveu fazer economia e deixou a clientela no calor? Como boa cearense, eu já ia fazer uma piadinha e quando ia dizer: "isso é o cúmulo da.... , minha filha que normalmente é mais séria do que eu ,no ato, completou :da pobreza. É verdade, aquilo era o cúmulo da pobreza e do absurdo. Só sendo muito cínico ou louco de pedra pra achar que um ventiladorzinho ia refrescar um ambiente daquele tamanho. Duas mulheres que estavam na nossa frente, riram da observação e daí para engrenarmos uma conversa, como se fossêmos as melhores amigas de infância, foi um pulo. Falamos sobre tudo e pra não perder o hábito, de violência também. Mas nós brasileiros e cearenses temos uma peculiaridade, que é a de ser engraçado ( gaiato), mesmo nas situações mais trágicas e inusitadas, quer ver : O que você faria se estivesse andando numa rua do centro da cidade , e de repente fosse interceptada por uma Biba toda montada e armada com um estilete, ordenando com uma voz trabalhada no hormônio feminino: Passa a bolsa. (!!!!???).
Rir ou chorar? Difícil prever a reação né? Pois bem, essa senhora me contou que só fazia rir, olhava para a "menina veneno" e desandava a rir. Demonstrando irritação e impaciência com aquela que parecia ser uma total falta de respeito á sua pessoa, a "garota", desceu do salto e tentou falar com voz de menino: Me dá a bolsa, mulher. Foi só então que a vítima caiu em si , tentou controlar o ataque de riso e entregou a bolsa, afinal, a menina que era menino, tinha um estilete novinho na mão e este não era de mentirinha não, o perigo também era bem real. A " bad girl" examinou rapidamente o que havia na bolsa e quando já ia saindo com o objeto roubado à tiracolo, ouviu da vítima o pedido: Será que não dá pra deixar o dinheiro do táxi? Seu algoz pára, olha pra ela , depois abre a bolsa , que agora é sua e de lá tira uma cédula de real e diz: Táxi, minha senhora? Tá brincando neeeeeé? Toma dois reais pro ônibus e ainda volta troco.Ah, e a senhora não tem vergonha de andar com um celular desses aqui ,não? A vítima prontamente deixou escapulir: Não . Se você não quiser ele, eu quero. A garota vestida de menino nada falou apenas prosseguiu seu caminho marginal, sem olhar pra trás. E ainda bem, que não aconteceu nada sério e essa história com pitadas de surrealismo mas totalmente verídica, acabou bem, sem grandes traumas, tanto que a estou repassando como me foi narrada, com o gostoso sotaque cearense e o seu indefectível humor, do tipo, "perco o amigo mas não perco a piada". Alguém. mais preocupado, perguntará: E a polícia? Nem sinal dela. Pra quem é de Fortal ou a está visitando é bom tomar cuidado,principalmente quando for ao centro, pois, com as obras (até quando???) do Metrofor, a cidade tornou-se área de lazer para assaltantes e um labirinto perigoso para o cidadão. Eu vou mas daqui a pouco eu volto, tá?.
Rir ou chorar? Difícil prever a reação né? Pois bem, essa senhora me contou que só fazia rir, olhava para a "menina veneno" e desandava a rir. Demonstrando irritação e impaciência com aquela que parecia ser uma total falta de respeito á sua pessoa, a "garota", desceu do salto e tentou falar com voz de menino: Me dá a bolsa, mulher. Foi só então que a vítima caiu em si , tentou controlar o ataque de riso e entregou a bolsa, afinal, a menina que era menino, tinha um estilete novinho na mão e este não era de mentirinha não, o perigo também era bem real. A " bad girl" examinou rapidamente o que havia na bolsa e quando já ia saindo com o objeto roubado à tiracolo, ouviu da vítima o pedido: Será que não dá pra deixar o dinheiro do táxi? Seu algoz pára, olha pra ela , depois abre a bolsa , que agora é sua e de lá tira uma cédula de real e diz: Táxi, minha senhora? Tá brincando neeeeeé? Toma dois reais pro ônibus e ainda volta troco.Ah, e a senhora não tem vergonha de andar com um celular desses aqui ,não? A vítima prontamente deixou escapulir: Não . Se você não quiser ele, eu quero. A garota vestida de menino nada falou apenas prosseguiu seu caminho marginal, sem olhar pra trás. E ainda bem, que não aconteceu nada sério e essa história com pitadas de surrealismo mas totalmente verídica, acabou bem, sem grandes traumas, tanto que a estou repassando como me foi narrada, com o gostoso sotaque cearense e o seu indefectível humor, do tipo, "perco o amigo mas não perco a piada". Alguém. mais preocupado, perguntará: E a polícia? Nem sinal dela. Pra quem é de Fortal ou a está visitando é bom tomar cuidado,principalmente quando for ao centro, pois, com as obras (até quando???) do Metrofor, a cidade tornou-se área de lazer para assaltantes e um labirinto perigoso para o cidadão. Eu vou mas daqui a pouco eu volto, tá?.
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Talyzie Yanne Passos
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12/02/2010 06:16:00 AM
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Invejinha do bem!!!
Não tenho inveja de quase nada, nem de ningúem nesta vida mas devo admitir que morroooo de inveja de quem sai de casa pra trabalhar impecavelmente vestida e minha inveja aumenta ainda mais se além disso a pessoa consegue terminar o dia do mesmo modo, sem um fio do cabelo fora do lugar, a maquiagem como se tivesse sido feita naquele instante e fico ainda mais roxa de inveja se a criatura simplesmente não transpira. Eu não sei se é só impressão minha mas parece que existe uma categoria de mortais que não sua nunca. Comigo isso não acontece, apesar de amar o lugar onde eu moro, a cidade que me recebeu de braços abertos, tenho que confessar que o calor que faz na minha city , acaba com qualquer pretensão que eu tenha de ser uma mulher fina, elegante e sincera e olha que ando de táxi pra cima e pra baixo, vivo no ar condicionado e não sou metida não, sou apenas levemente frustrada com essa minha total incapacidade de conciliar o calor nordestino com esse meu nobre desejo de ser um exemplo de elegância, tipo, referência de mulher chique, ah, agora eu enlouqueci mesmo, alguém me belisca por favor. Então, dando uma espiadela nos blogs amigos eis que encontro pra alimentar ainda mais essa minha "invejinha do bem," essa moça maravilhosa (quando eu for rica quero ser ela), Joanna Hilman, Senior Fashion Market Editora da Harpers Bazaar dos EUA. Agora me digam se não é pra eu me morder toda de inveja?
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| Com toda certeza eu iria trabalhar assim, olha só a bolsa da linda!!! |
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| E esse vestido de caveiras, pirei!! |
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| Infelizmente, essa calça no calor de Fortal City não rola não!!! |
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| Morri....... |
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| Ai, ai ,ai.....me acudam! |
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| Jesus!!!! |
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| Eu quero muito, alguém me entende? |
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| Olha essa saia!!!!!! |
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| Esse aqui também não dá pra usar mas quem sabe numa viagem à Paris né? |
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| Oh, meu Deus!!!! |
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| Juro que tou passando mal!!! |
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| Oh, meu Deus, intervenha na causa!!! |
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| Vou ligar pra minha terapeuta , depois eu volto.. |
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Talyzie Yanne Passos
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12/01/2010 07:10:00 AM
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